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Esdras Messias

Entre os nove itens prioritários, iluminação foi o que recebeu o maior número de manifestações de interesse para a realização de PPPs
 

Governo recebe 33 propostas de empresas para gestão de espaços e serviços públicos
Foto: Andre Borges/Agência Brasília 
 
O modelo de gestão de equipamentos públicos em parceria com a iniciativa privada no Distrito Federal deu mais um passo para ser concretizado. O governo de Brasília recebeu, em 60 dias (de 12 de novembro de 2015 a 10 de janeiro), 33 propostas para administração compartilhada de nove espaços e serviços na capital. As ideias são de 52 empresas. O número de interessados é maior que o de proposições porque, em alguns casos, duas ou mais organizações ingressaram na concorrência por meio de consórcio. "A existência de empresas de dentro e de fora do DF entre as que se interessaram demonstra confiança no governo de Brasília. Queremos tornar as parcerias uma grande marca desta gestão", disse o governador Rodrigo Rollemberg.

O início da formalização das propostas ocorreu em 12 de novembro, quando Rollemberg assinou resolução que autorizou a abertura de edital de chamamento de pessoas jurídicas e físicas. Recebidas as 33 manifestações de interesse privado (MIPs), o próximo passo é submetê-las ao crivo do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas, presidido pelo governador, e da Secretaria de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo. Serão avaliados critérios como eficiência do modelo sugerido e adequação para atender aos interesses da sociedade. Justificada as viabilidades econômica e jurídica, o projeto selecionado segue para licitação.

Dos nove itens apresentados pelo Executivo como prioritários para o recebimento de MIPs, o serviço de iluminação pública foi o que recebeu o maior número de propostas: nove. As ideias ainda não podem ser divulgadas, mas, neste campo, uma das possibilidades é que a vencedora substitua a tecnologia de lâmpadas dos postes públicos e aumente a rede elétrica, medidas que devem diminuir o gasto do governo com energia.

Parque da Cidade
O Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek despertou o interesse de seis empresas. A que será escolhida para a parceria público-privada (PPP) investirá na manutenção e na modernização do espaço e, em contrapartida, poderá explorar espaços publicitários e comerciais. Uma das condições já impostas é a não cobrança de ingressos. Além de oferecer melhorias, a intenção também passa pela diminuição de gastos. Levantamento do governo com base no quadriênio de 2011 a 2014 indica que o parque arrecadou, em média, R$ 1,3 milhão por ano, e gastou R$ 6,9 milhões — déficit de R$ 5,6 milhões.

Na sequência aparece o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, que recebeu quatro proposições. O prédio situado às margens do Eixo Monumental é autossuficiente e não dá prejuízo ao Estado, mas a chegada da classe empresarial, segundo avaliações governistas, poderia torná-lo bem mais rentável. Na média dos últimos três anos, arrecadaram-se cerca de R$ 3 milhões com a realização de eventos e aluguel e gastaram-se R$ 2,5 milhões.

Um dos mais tradicionais pontos turísticos da cidade, a Torre de TV também poderá ser administrada com a ajuda do empresariado. Três propostas foram encaminhadas. A estimativa é que a parceria entre o poder público e a iniciativa privada represente para o Executivo corte de gastos anuais de R$ 1,1 milhão com serviços de manutenção.

Parque Tecnológico
Quatro empresas demonstraram disposição para concretizar o projeto do Parque Tecnológico Capital Digital, criado por lei em 2002, que nunca saiu do papel. A ideia é ocupar a área de 1,2 milhão de metros quadrados entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília com instituições que desenvolvam ciência e tecnologia no Distrito Federal. A concessão para o parceiro privado permitirá levar infraestrutura à região, como pavimentação, instalação de redes de água e de esgoto e estacionamentos. Por ser um projeto mais complexo, o governo acolheu um pedido do setor produtivo e prorrogou o prazo para apresentação de MIP por mais 60 dias, como publicado no Diário Oficial do DF de segunda-feira (11).

A Torre de TV Digital é outro equipamento público identificado como potencialmente rentável. Dois investidores viram com bons olhos a oportunidade de administrar o último monumento idealizado por Oscar Niemeyer. O custo de R$ 2,4 milhões aos cofres públicos com manutenção deixaria de existir com a PPP.

O setor privado também apresentou duas proposições de enterramento de linhas de transmissões em áreas urbanas. A selecionada para desenvolver o projeto vai liberar 26,2 quilômetros de linhas de alta tensão, da Estrada de Múltiplas Escolhas de Atividades até a BR-060, em Samambaia. A principal finalidade é que essas áreas desocupadas sejam exploradas economicamente.

Sem condições financeiras de promover grandes eventos no Parque de Exposições Granja do Torto, o governo colocou o local à disposição dos empresários e recebeu duas manifestações de interesse. O Jardim Zoológico de Brasília atraiu um investidor.

Novas propostas
O prazo de 60 dias foi fixado para acelerar o encaminhamento de propostas relacionadas aos nove itens eleitos como prioritários para as PPPs. Porém, manifestações de interesse privado podem ser recebidas a qualquer tempo. A diferença é que estas serão avaliadas de acordo com o cronograma das prioridades e as que forem consideradas relevantes para o Executivo poderão somar-se às que devem ser tratadas com urgência. Além dos itens destacados como mais importantes, o governo recebeu proposições da iniciativa privada para administração compartilhada de outros espaços públicos. 

Na tarde desta segunda-feira (9), o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, assinou a Resolução nº 72, pela qual autoriza a abertura de editais de chamamento público convidando pessoas físicas e jurídicas a apresentarem projetos de gerenciamento do Jardim Zoológico de Brasília, do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, da Torre de TV de Brasília, da Torre de TV Digital, da Granja do Torto, da Transbrasília, do Parque Tecnológico Capital Digital e do serviço de iluminação pública.

A parceria entre o governo de Brasília e a iniciativa privada pode contribuir para a modernização e o melhoramento de espaços e de serviços públicos. Os nove itens foram selecionados por ser considerados potencialmente exploráveis do ponto de vista econômico. Interessados em apresentar projetos deverão fazer a manifestação de interesse privado até 60 dias após a publicação da resolução no Diário Oficial do DF. As sugestões serão analisadas por um grupo técnico-executivo, composto por vários órgãos e coordenado pela Secretaria de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo. Posteriormente, serão levadas para deliberação do Conselho de Parcerias Público-Privadas, cujo presidente é o próprio governador.

"Num momento em que os governos, não só o DF, têm pouca capacidade de investimento, estamos chamando a iniciativa privada para que ela faça a gestão compartilhada de espaços públicos, tendo como objetivo principal a garantia de ofertar melhores serviços à sociedade", disse o chefe do Executivo, durante coletiva de imprensa, no Palácio do Buriti.

Manifestação de interesse privado é um documento pelo qual alguma empresa ou pessoa física apresenta o interesse em fazer alianças com o Executivo para explorar e melhorar empreendimentos públicos.

O Executivo vai estabelecer os critérios da parceria após a apreciação dos projetos, mas a cobrança de entrada no Parque da Cidade e na Torre de TV, por exemplo, será prontamente vetada. As empresas ou pessoas físicas que tiverem projetos selecionados não necessariamente serão as escolhidas para o fechamento das parcerias público-privadas (PPPs), uma vez que haverá licitações. Assim, se o vencedor da concorrência pública não tiver feito o projeto, terá de indenizar o autor em até 2,5% do valor total do investimento.

Concluído o processo licitatório, o ganhador — empresa ou pessoa física — terá de abrir uma sociedade de propósitos específicos (SPE) apenas para administrar as operações relativas à parceria.

Prioridades
Em 17 de junho, por meio do Decreto nº 36.554, o governo já havia estabelecido regras para o setor privado elaborar levantamentos e estudos para administrar equipamentos públicos. Com os nove editais de chamamento, o Executivo expressa as prioridades no que diz respeito a PPPs. Para o secretário de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Arthur Bernardes, a possibilidade das parcerias traz eficiência à máquina pública. "Vamos atrair investimentos, dinamizar a economia e criar emprego e renda, sem onerar o cidadão", ressaltou o secretário, que também rechaçou qualquer possibilidade de privatização. "O patrimônio público não será transferido para o privado, mas sua gestão será compartilhada."

Parque da Cidade e Jardim Zoológico
No mais famoso parque urbano da capital, a ideia é oferecer espaços publicitários e pontos comerciais para ser explorados por empresas. Em contrapartida, elas devem arcar com a manutenção. Levantamento do governo com base no último quadriênio mostra que o parque arrecadou, em média, R$ 1,3 milhão por ano e gastou R$ 6,9 milhões, déficit de R$ 5,6 milhões.

A intenção de melhorar a relação custo versus benefício segue a mesma lógica no Jardim Zoológico de Brasília. O subsídio do governo para bancar a manutenção ultrapassa os R$ 16,6 milhões, considerando a média dos últimos quatro anos. Isso porque o custo anual médio é de R$ 17,7 milhões, mas a arrecadação da bilheteria foi de R$ 1,1 milhão. Com ingressos a R$ 2, apenas 7% das despesas eram cobertas. Em setembro, a entrada foi reajustada para R$ 10 — com a instituição da meia-entrada e a manutenção da gratuidade para crianças de até 5 anos. Com isso, a previsão é que a bilheteria arque com pelo menos 22% dos gastos. O objetivo com a PPP é tornar um dos três melhores zoos do País, segundo a Sociedade de Zoológicos e Aquários do Brasil, mais sustentável financeiramente.

Torres de TV e Digital
A Torre de TV, um dos mais tradicionais pontos turísticos de Brasília, também será colocada à disposição de empresas ou cidadãos na manifestação de interesse privado. A exemplo do Parque da Cidade, o Executivo não aceitará proposições de cobrança de ingressos. Se a cooperação entre público e particular se concretizar, o prognóstico é que o governo deixe de gastar R$ 1,1 milhão anualmente.

A equipe do Executivo que trabalha na elaboração dos termos das concessões identificou também a Torre Digital como um equipamento público potencialmente rentável e capaz de atrair o interesse da iniciativa privada. O último monumento da capital idealizado por Oscar Niemeyer, na região do Setor Habitacional Taquari, ficou fechado por dois anos e representou despesa anual de R$ 2,4 milhões aos cofres públicos e nenhuma arrecadação. Foi reaberto em 12 de outubro. Por se tratar de um local com apelo turístico, a Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) sugeriu anexar dois terrenos próximo à Torre Digital para que empresas construam centros comercial e cultural.

No Parque de Exposições Granja do Torto, há possibilidade de a iniciativa privada promover calendários regulares de eventos, algo que o governo local não tem condição de fazer em função da crise financeira.

O projeto de enterramento de linhas de transmissões em áreas urbanas também pode ser desenvolvido na forma de parceria. A chamada Transbrasília abrange mais de 26,2 quilômetros de linhas de alta tensão, da altura do Cemitério Campo da Esperança até a BR-060, em Samambaia Sul. O objetivo é requalificar essas áreas e criar condições para a exploração econômica, como atividades que fomentem o emprego e a renda.

Centro de Convenções
O Centro de Convenções Ulysses Guimarães também está entre os equipamentos públicos que podem ser gerenciados pela classe empresarial. O prédio é autossuficiente, mas estudos indicam que poderia ser bem mais rentável com a administração compartilhada. Na média dos últimos três anos, arrecadaram-se cerca de R$ 3 milhões anuais com a realização de eventos e o aluguel do espaço e gastaram-se R$ 2,5 milhões para mantê-lo.

A proposta de fechar PPPs ainda contempla a iluminação pública da cidade. Empresas especializadas poderão substituir as lâmpadas de postes por modelos mais econômicos. A contratação desse serviço especializado pelo governo pode resultar na diminuição de até 50% dos gastos do Executivo com energia elétrica.

Parque Tecnológico
A aliança com a iniciativa privada ainda pode tirar do papel um antigo projeto: o Parque Tecnológico Capital Digital. O espaço foi criado por lei em 2002, mas nunca se transformou em referência no desenvolvimento de ciência e tecnologia. Situado entre a Granja do Torto e o Parque Nacional, abrange uma área de cerca de 1,2 milhão de metros quadrados e conta apenas com uma subestação de energia da Companhia Energética de Brasília (CEB) e um complexo tecnológico do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

A intenção do governador Rodrigo Rollemberg é atrair empreendimentos nas áreas de informática; de biotecnologia, com a liderança da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); e de desenvolvimento de energias alternativas. A concessão será importante na consolidação da infraestrutura do parque, levando asfalto, ligação das redes de luz e esgoto, estacionamentos e construção de espaços de uso comum. A administração do parque também ficará sob a gestão do parceiro privado do governo.

Durante a coletiva, o governador deixou clara a intenção de tornar o modelo de parcerias uma das marcas de sua gestão e anunciou a intenção de abrir outras áreas para manifestação de interesse privado. "Queremos fazer outras parcerias em momento oportuno, porque queremos ser reconhecidos nacionalmente como o governo que teve a capacidade de buscar alternativas para o desenvolvimento da nossa cidade", disse Rollemberg.

Fonte: Agência Brasília
Segunda, 09 Novembro 2015

Saiba mais


Veja quais são as dúvidas mais frequentes sobre Manifestaão de Interesse Privado.

QUEM PODE APRESENTAR A MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PRIVADO – MIP?
A MIP poderá ser apresentada por pessoa física ou jurídica de direito privado.

COMO REALIZAR OS ESTUDOS?
Os estudos poderão contemplar uma ou mais áreas das definidas como prioritárias, inclusive outras não listadas, desde que seja comprovada a viabilidade técnica e econômica. Além disso, deverão conter informações, no mínimo, em nível conceitual, conforme o disposto no art. 6º, da Resolução 72/2015, considerando a exploração do equipamento urbano como um todo.

QUAL É O PRAZO PARA ENTREGA DOS ESTUDOS?
O prazo para apresentação de Manifestações de Interesse Privado – MIP é de 60 (sessenta) dias, a contar da publicação da Resolução nº 72/2015, em 11/11/2015, para as áreas definidas como prioritárias listadas abaixo:

I - Iluminação Pública do Distrito Federal;
II - Centro de Convenções Ulysses Guimarães;
III - Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek;
IV - Torre de TV de Brasília;
V - Torre de TV Digital de Brasília;
VI - Zoológico de Brasília;
VII - Parque de Exposições Agropecuárias da Granja do torto;
VIII - Projeto Transbrasília; e
IX - Parque tecnológico Capital Digital.

Quanto a apresentação de MIP para outras áreas não listadas na resolução, esta poderá ser feita a qualquer tempo e deverá conter, preferencialmente, as informações solicitadas no art. 6º, da referida resolução.

COMO E ONDE DEVO ENTREGAR OS ESTUDOS?
A MIP será apresentada por meio de proposta escrita em papel, acompanhada de cópia em mídia eletrônica, a ser entregue na Subsecretaria de Parceria Público-Privada da Secretaria de Estado de Fazenda, localizada no SBN Qd. 02 Bl. A Ed. Vale do Rio Doce 9º andar - CEP: 70.040-909.

COMO POSSO SOLICITAR INFORMAÇÕES TÉCNICAS ADICIONAIS?
As informações técnicas sobre as áreas descritas no Anexo I, da Resolução nº 72/2015, podem ser complementadas mediante requerimento do interessado, por meio do sítio eletrônico http://www.parceria.df.gov.br ou pelo correio eletrônico:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , e serão respondidas em até 5 dias úteis.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS JÁ SOLICITADAS:

I – ILUMINAÇÃO PÚBLICA
a) Qual é quantidade de pontos (luminárias) instalados?
A rede conta com 287.000 pontos instalados, conforme dados disponibilizados até setembro/2015.

b) Qual foi a arrecadação da CIP/COSIP nos últimos 12 meses?
A arrecadação da CIP prevista para 2015 é de, aproximadamente, R$184,2 milhões.

c) Qual é o gasto com energia elétrica para o sistema de Iluminação pública nos últimos 12 meses?
O gasto com energia elétrica para a iluminação pública em 2015 é de, aproximadamente, R$149 milhões.
 
II – CENTRO DE CONVENÇÕES ULYSSES GUIMARÃES
a) Qual é o valor médio anual da receita?
A receita média anual apurada para 2015 é de, aproximadamente, R$3 milhões.

b) Qual é valor do gasto médio anual para manutenção?
O gasto médio anual para manutenção é de, aproximadamente, R$2,5 milhões.
 
III – PARQUE DA CIDADE DONA SARAH KUBITSCHEK
a) Qual é o valor do gasto médio anual para manutenção?
O gasto médio mensal anual para manutenção é de, aproximadamente, R$6,9 milhões.

b) Qual é o valor médio anual da receita?
A receita média anual é de, aproximadamente R$ 1,3 milhões.
 
IV – TORRE DE TV DE BRASÍLIA
a) Qual é valor do gasto médio anual para manutenção?
O gasto médio anual para manutenção é de, aproximadamente, R$2.230,000,00.

b) Qual é o valor médio anual da receita?
A receita média anual é de, aproximadamente, R$23.200,00.
Segunda, 09 Novembro 2015

Parque Tecnológico Capital Digital

A proposta do Parque Tecnológico Capital Digital deverá contemplar a construção de um modelo técnico, econômico-financeiro e jurídico-institucional para implantar uma solução de prestação de serviços de administração, implantação, desenvolvimento, operação, manutenção da infraestrutura e gestão de negócios do PTCD.

O Parque Tecnológico foi concebido como um ambiente inovador e sustentável favorável à criação, instalação e desenvolvimento de empresas e produtos de base tecnológica, notadamente nas áreas de tecnologias da informação e comunicação, biotecnologia e energia. Esse ambiente será construído de modo a oferecer condições capazes de:

a)Atrair empreendimentos;

b)Favorecer a atuação de sinergia;

c)Estimular a geração e desenvolvimento de empresas e produtos inovadores e competitivos;

d)Incentivar o desenvolvimento humano, a inteligência de negócios, o uso intensivo do desenvolvimento mediante estimulo a pesquisa e inovação;

e)Promover a cooperação entre instituições acadêmicas, empresariais, governamentais e mercados.

Localizado entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília, o Parque Tecnológico tem área total de cerca de 120 hectares, divididos em seis lotes (além de áreas de circulação já implantadas), conforme discriminação a seguir:

•           Lote 1 (958 mil m²) – área para empresas de base tecnológica, centros de Pesquisa e Desenvolvimento e infraestrutura de serviços de uso comum;

•           Lote 2 (14 mil m²) destinado a instituições de educação tecnológica;

•           Lote 3 (40 mil m²) Datacenter do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal (implantado e em funcionamento);

•           Lote 4 (6.4 mil m²) sede do Parque Tecnológico (em construção);

•           Lote 5 (3.2 mil m²) datacenter do BRB;

•           Lote 6 (8 mil m²) Subestação Elétrica (implantada e em funcionamento).

A Terracap, como proprietária da totalidade da área e empreendedora do parcelamento urbanístico permanece proprietária da maior e principal área do loteamento, o Lote 1, com área 96 hectares, que será desenvolvido por intermédio dessa parceria.  

Quinta, 08 Outubro 2015

Dúvidas Frequentes

duvidas frequentes

1 – O Governo de Brasília vai privatizar áreas e equipamentos públicos?

Não haverá a privatização de qualquer patrimônio dos brasilienses. O que o governo está fazendo é analisar a possibilidade de firmar parcerias com a iniciativa privada por meio de concessões, para diminuir os custos e melhorar a gestão das áreas e dos equipamentos públicos, oferecendo serviços melhores à população. Com os novos contratos, empresas serão responsáveis pelos investimentos e pela manutenção dos locais, e em troca receberão a contraprestação adequada.

2 – Qual a diferença entre privatização e concessão?

A privatização ocorre com a venda de bem público a uma empresa. É como se fosse a venda de um imóvel, em que o bem é transferido definitivamente para o comprador. Já a concessão é como um aluguel, em que o uso é permitido apenas por um período de tempo determinado. Nos casos de concessão, as condições para a exploração do serviço, ou manutenção do espaço, são bastante claras e registradas em contrato.

3 - O que pode ser objeto de concessão ou de parceria-público-privada?

Nosso objetivo é firmar parcerias com a iniciativa privada para áreas como cultura, turismo, esporte, lazer, ciência e tecnologia. Assim o governo deixará de investir um grande volume de recursos nesses setores e vai poder priorizar áreas mais sensíveis como saúde, educação e segurança pública.

4 – Como essas parcerias vão beneficiar a população?

Para a população, o ganho é o de desfrutar de serviços com mais qualidade, com manutenção frequente, em melhores condições e com uma maior abrangência. Alguns serviços são restritos a um grupo pequeno de pessoas. Queremos democratizar o acesso aos espaços públicos e ofertar mais lazer e cultura para todos os moradores da cidade. As parcerias vão trazer mais qualidade de vida para a população.

5 – Quais são as modalidades de parceria e quais as diferenças entre elas?

São quatro as possibilidades de parceria. Uma delas acontece quando o Estado realiza uma parceria público-privada (PPP) e remunera o parceiro privado pela prestação do serviço público. Caso a escolha seja pela concessão, a administração do bem público é transferida à iniciativa privada, que fica obrigada a remunerar o governo pela exploração do bem. Há também a possibilidade de arrendamento, em que, em uma espécie de aluguel, o empresário é autorizado a explorar comercialmente o espaço público e obrigado a repassar parte do lucro ao governo. Já na permissão, a iniciativa privada fica responsável por um serviço, como ocorre hoje com o sistema de táxis.

6 – Como será o processo de escolha das empresas?

O processo de escolha do parceiro privado é realizado por meio de licitação, seja na parceria público-privada, no arrendamento de bem público, ou na concessão ou permissão de serviço público.

7 - Como garantir que o processo será transparente e não haverá favorecimento a algumas empresas?

A transparência do processo de escolha das empresas é característica natural do procedimento de licitação, que é feito tornando pública a contratação mediante um edital e permitindo que todos os interessados concorram, com objetivo de obter melhor preço e melhor qualidade. As etapas também serão amplamente divulgadas à população, que também poderá ajudar a fiscalizar.

8- A população vai pagar para utilizar os espaços, por exemplo, o Parque da Cidade e a Torre de TV?

O Governo pretende impedir que haja cobrança de taxas extras à população. O objetivo das parcerias é apenas entregar serviços públicos eficientes e com mais qualidade. O Parque da Cidade, por exemplo, vai continuar acessível a todos nós, e não haverá cobrança para entrada em hipótese alguma. A população já paga ao Estado pela manutenção dos bens públicos com o recolhimento dos impostos.

9 - Com essa parceria no Parque da Cidade, vai ser retomada a piscina de ondas?

Ainda não é possível dizer qual será o formato da parceria, pois ainda não foi iniciado o processo de construção dos possíveis modelos de exploração. As empresas vão apresentar seus projetos para cada espaço público e poderão apresentar diferentes ideias, como por exemplo, a piscina de ondas no Parque da Cidade. Mas ainda não há nada definido.

10 – Qual a contrapartida oferecida pelo governo à iniciativa privada? Como garantir que não haverá taxas abusivas ou restrição do acesso ao espaço público?

O interesse público será o principal critério durante a análise de cada uma das propostas. Taxas abusivas não serão aceitas e as empresas estarão cientes disso. Nem todas as parcerias trarão custos para os usuários. Nosso objetivo é escolher iniciativas que tragam benefícios para a população, avaliando, inclusive a relação custo x benefício. Após a contratação dos serviços, faremos fiscalização constante para avaliar a qualidade do que será oferecido à população. A iniciativa privada ganha ao explorar serviços que trarão visibilidade às empresas.

11 - Com a parceria no Zoológico, a entrada voltará a custar o preço antigo?

A finalidade do programa de Parcerias Público-Privadas é entregar à população o melhor serviço pelo preço adequado. Ainda não é possível dizer que a tarifa voltará ao preço antigo, pois os projetos de parcerias ainda não foram apresentados ao governo.

12 -  A população pagará mais pela iluminação pública, já que o serviço será prestado por uma empresa?

O governo garante que a população não terá nenhum custo adicional. 

Terça, 06 Outubro 2015

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Parque de Exposição Agropecuárias Granja do Torto – PAGT possui área de 73,99 hectares e conforme levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural - SEAGRI é composto por:

•  Prédio de administração do parque – 1855,99 m²;

  Picadeiro da administração – 1571,78m²;

  Prédio do restaurante - 679,52m²;

  Estande presidencial - 101,4m²;

  Estande Governamental 1 – 88,8m²;

  Estande Governamental 2 - 133,60m²;

  Estande Governamental 3 – 88,8m²;

  Estande Governamental 4 – 133,6 m²;

  Estande Governamental 5 – 133,6m²;

  Estande Governamental 6 – 88,8m²;

  Estande Governamental 7 – 122,4m²;

  Estande Governamental 9 – 122,40m²;

  Estande Governamental 10 – 122,40 m²;

  Estande Governamental 11 - 123,63 m²;

  Estande Governamental 12 - 122,83m²;

  Estande Governamental 13 – 122,40m²;

  Estande Governamental 14 – 126,54m²;

  Estande Governamental 15 –121,00 m²;

  Heliponto – 1.239 m²;

  Sanitário tipo “C” – 53,62m²;

  6 (seis) Galpões para Equinos – 619,40m² (cada); 

  2 (dois) Lavadouro para equinos - 73,40m² (total);

  Picadeiro para equinos (pista Ary Aranha) - 5.936m²;

  Complexo da Ovino caprinocultura – 2.476,63 m²;

  Bilheteria – 152 m²;

  Bar e restaurante– 296,30 m²;

  Galpões para Bovinos nº 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 9 e 10 – 825,55 m²(cada), totalizando – 7.429,95m²;

  Conjunto de Bar e Sanitário tipo A – 289,06m²;

  Pista de Esportes equestres – 6.537 m²;

  Conjunto de Bar e Sanitário tipo “B” - 305,76m²;

  Pavilhão de leilões – 951,68m²;

  Picadeiro com Área de Julgamento – Atual Área de Shows – 27.531m²;

  Posto de revenda de material agropecuário – 243,36 m²;

   Central de rações e alojamento – 386,84m²;

  Galpões para Bovinos nº 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19 – 825,55m² cada, com total de 5.778,85m²;

   Galpões para Bovinos nº 8, 12 e 13 - 825,55m² cada, totalizando 2.476,65 m²;

   Galpões para Bovinos nº 20, 21 e 22 - 825,55m² cada, totalizando 2.476,65 m²;

  Escola de equitação – 1.651m²;

  Tatersal Joaquim Roriz – 2.759m²;

  Picadeiro (pista coberta) – 4.896m²;

  Arquibancada Coberta – 1.440m²;

  Conjunto de Bar e Sanitários tipo A - 293,91m²;

  10 (dez) Galpões para Equinos – 296,50m² cada, totalizando 2.965 m²;

  Lavadouro para equinos – 183 m²;

  Casa de madeira - 147m²;

  Bar - 83,75 m²;

  Shopping do Leite - 70 m²;

  Shopping Rural - 268,75m²;

  Alojamento para peões – 860,14 m²;

  Pavilhão de Leilão de Elite (Vitrine) – 596,29 m²;

  Bilheteria - 131m²;

  Estande 63 m²;

  Galpão para Equinos – 426,20m²;

  2 (dois) Sanitários - 171,35 m² cada, totalizando 342,70m²; e

  Residência (próxima ao alojamento dos peões) – 150 m².

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